
Bate-papo
com
Sidnei Cruz – diretor
de teatro e curador artístico do Tangolomango
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Tangolomango
2007: resultado do edital
Grupos Bacamarte, congo, afoxé,
jongo. Um Brasil múltiplo dá o tom do Tangolomango 2007.
Treze grupos foram selecionados para participar do Sexto Festival
de Diversidade Cultural, que acontece este ano a partir de outubro
em Fortaleza, Recife e Rio de Janeiro.
Os grupos selecionados pelo edital são: |
ARC Afoxé Alafim Oyó (Olinda – PE); Balé
Afro Majê Molê (Olinda – PE); Banda de Congos
Antonio Coelho (Paula Cândido – MG); Coletivo Êxito
de Rua (Recife – PE); Dona Zefinha (Itapipoca –
CE); Grupo de Bacamarteiros de Beato José Lourenço
(Juazeiro do Norte – CE); Banda de Latas de todas as cores
(Fortaleza - CE); Vidança (Fortaleza - CE); Jongo da
Serrinha (Rio de Janeiro – RJ); Mais de Mil (Salvador
– BA); Media Sana (Recife - PE); Mestre Ferrugem (Recife
– PE); Movimento Rua do Circo (Brasília –
DF); Os Bufões (Juazeiro do
Norte – CE); Trupe de Circo (Olinda – PE).
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Em
Fortaleza, o festival acontecerá entre os dias 12 e 14 de
outubro, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. Em Recife,
no Teatro do Parque, entre os dias 26 e 28 de outubro. No Rio, a
festa será no Circo Voador, no dia 4 de novembro.
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Convidados para a folia
Para enriquecer ainda mais o intercâmbio cultural, o Tangolomango
também convida anualmente para participar da festa alguns grupos
alinhados com as premissas do festival. Este ano, os convidados são:
Banda Cabaçal dos irmãos Aniceto – (Crato
- CE), Cia Aplauso – (Rio de Janeiro - RJ), Dr. Raiz - (Juazeiro
do Norte - CE), Irmãos Saúde – (Brasília
- DF), Tambores de Guaramiranga - (Guaramiranga - CE) e Tambores do
SESC - (Fortaleza - CE).
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Olhares
cruzados
Alunos da Escola de Comunicação
da UFRJ e do Observatório de Favelas se juntaram mais uma vez
para produzir o Fanzine do Tangolomango. A experiência de parceria
começou ano passado, com jovens trabalhando em duplas formadas
por um aluno da ECO e um do Observatório. Este ano, três
duplas trabalham na produção e edição
do Fanzine. As duplas, monitoradas por orientadores, fazem reuniões
para definir os assuntos que serão abordados na publicação
e depois vão a campo para produzir matérias, entrevistas
e fotografias. “É uma produção compartilhada,
que reúne jovens com experiências de vida frequentemente
muito diferentes. O trabalho, muito prazeroso, é uma tentativa
de produzir olhares cruzados”, diz Ilana Strozenberg, coordenadora
do projeto, da UFRJ. |
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